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Como uma força
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Ainda me escapa (sou uma besta da província) a ideia da campanha do Banif. Depois de um jovem bem parecido cavalgar que nem doido até um buraco esconso e pardo onde se refugia com o seu corcel, há como que uma troca de posições e o mancebo é violententamente sodomizado pelo equídeo. A brutalidade deste exercício íntimo fica bem patente 1) pelos esgares desesperados da vítima;
2) pelo rico serviço que sai da toca já depois de consumado o acto. Tal foi ímpeto possuidor da besta que acabou por se fundir com o pobre marialva que se vê agora com umas estranhas protuberâncias nos glúteos. O rapaz mostra-se manifestamente atordoado com a intervenção de que foi alvo. Ainda nem sequer se consegue descontrair. Toda a postura é a de quem quer andar à porrada: braços levemente recuados e afastados do corpo, de peito para fora e cabeça esticada. E finalmente, o poor lonesome cowboy lá parte em direcção ao pôr-do-sol, de braços abertos, como que acometido por uma assadura nos sovacos.

E pronto. No fim ficamos a saber que isto é força de acreditar. O que até me parece fazer todo o sentido se o nome do cavalo for Acreditar.
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