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E portanto
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Do Top 100 nem vou falar, mas olhando para alguns dos
10 finalistas dos
Grandes Portugueses, há uma conclusão que salta à vista: os portugueses, confundem
importância com
grandeza. Na verdade, não é nada de surpreendente. É uma consequência meramente natural do luso quadro de valores e da pequenez da multidão que, instada a eleger o maior, apressa-se a votar no mais importante por achar que é tudo a mesma coisa.
Não se educou esta gente e agora ninguém sabe o que é ser grande. Para alguém ser grande tem que se
importar com alguma coisa para lá dos seus próprios interesses. Como sabemos, isso é uma grande maçada e por isso é que não há muitos grandes portugueses nem há muitos com vontade de o ser. Ao contrário dos que querem ser
importantes (no sentido mais minúsculo e
importunador da palavra).
Pode ser que não haja muito a fazer contra este estado de coisas. Mas sabe-se lá se as coisas não começam a mudar se ligarem para o 760 10 2005?
Labels: cunhal, grandes portugueses, salazar