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[Do som mais sujíssimo que anda aí] 
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Autoria
 
    Calvin
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Contribuições
 
    Astronauta Spiff
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    Homem Estupendo
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    Hobbes
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Respirem fundo

 

 (5)



Li Jie, o chinês que comercializou lotes na Lua, vende ar do Campeonato do Mundo - embalado na Alemanha enquanto a relva dos estádios era cortada - e garante que esta é a melhor forma de estar-lá-sem-estar-lá. (Público)

Ou os chineses são um povo extraordinariamente empreendedor ou o resto do mundo é extraordinariamente estúpido.

 

O consolo

 

 (2)



Quer achem que vão fazer uma coisa bem, quer achem que vão fazer essa coisa mal, estão sempre certos.

   

 

Em equilíbrio

 

 (2)


Os impostos não me deixam em paz mas pelo menos o site da DGCI deixa-me em paz.

 

Não reciclável

 

 (1)



O presidente da Câmara de Viseu e da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Fernando Ruas, afirmou hoje que houve um "aproveitamento político" das suas declarações sobre os fiscais do Ministério do Ambiente [...].
Na segunda-feira, durante a reunião da Assembleia Municipal de Viseu, Fernando Ruas incitou os munícipes a "correr à pedrada" os inspectores do Ministério do Ambiente, na sequência de uma queixa do presidente da Junta de Freguesia de Silgueiros. (Público)

Obviamente, Fernando Ruas está enganado. As suas declarações, de tão imprestáveis, não têm qualquer tipo de aproveitamento.

   

 

Todo

 

 (5)



[...] O que interessa é o que aconteceu no jogo com a Holanda, em que um atleta rasgou o Ronaldo de cima a baixo [...] - Luiz Felipe Scolari, sobre o Portugal-Holanda (Público)

O canal 18 também está a transmitir o Mundial?

   

 

Gostinho especial

 

 (9)



Tenho um fascínio indizível por montras frigoríficas de talhos e restaurantes. Estou mesmo a pensar fazer um blog inteiramente dedicado a este expoente do gore gastronómico. Quem terá dito a esta gente que ver pedaços de carne ensanguentada e peixes mutilados é um indutor do apetite?

É claro que nem todas as montras as coisas são assim tão cruas. Em algumas, a proteína animal é exposta com delicados raminhos de temperos e montinhos de vegetais da época.

Por outro lado, há outras que não dá mesmo para perceber onde é que aquela gente tinha a cabeça. Na montra não seria (ninguém faz uma coisa destas de cabeça fria).

Ao passar num restaurante lisboeta (por sinal, cheio de freguesia) capturei uns instantâneos que ilustram (em tons de vermelho) o que eu quero dizer.

Na fotografia que se mostra acima, é bem visível a estrela da companhia. Um belo pedaço, não fosse o pormenor de dar a ideia de lá dentro ter explodido um alien que à saída deixou um pedaço de carne dependurada.

Na próxima fotografia mostra-se em detalhe o estropiado naco. Em segundo plano, um empregado de ar assustador (vamos acreditar que é só por causa da iluminação) mas nem por isso menos dedicado na limpeza da montra das sobremesas.



Montra das sobremesas que poucos minutos depois brilha de tanta limpeza, apesar da única mácula. Uma banana podre, certamente a incluir na salada de frutas do dia seguinte.



A ladear a extraordinária peça bovina, temos este resto de entrecosto. Singelo mas orgulhoso.



Mas o detalhe mais suculento está guardado para o fim. O pedaço de carne esfarrapado pinga sangue para cima das postas de bacalhau e de espadarte que lhe estão debaixo. Eventualmente será tudo propositado e o restaurante é conhecido internacionalmente pelo seu famoso bacalhau de cabidela. A gastronomia tem destas coisas e quem sou para duvidar.



As fotografias que aqui apresento são apenas uma pequena amostra da reportagem. Acredito que ainda vou conseguir dinheiro e notoriedade à custa destas fotografias. Tenho os condimentos ideiais para fazer uma performance com isto. Já tenho guião e tudo.

Numa tela branca as fotografias vão sendo projectadas repetidamente, de preferência com os vermelhos bem saturados. Entre a tela e o projector, uma miúda nua (performance que se preze tem miúdas nuas) esfrega lentamente o corpo com uma posta de bacalhau ensaguentada ao som do baque ritmado de um cutelo de talhante a cortar bifanas (terá que haver a menção de que a recolha deste som foi feita no talho de um bairro típico). Após 15 minutos disto a miúda veste um avental, calça uns chinelos, descasca uma banana podre e come-a, deita-se no chão e põe a casca da banana em cima da cara. A tela fica vermelha e o som do cutelo dá lugar à Doris Day a cantar I'll Give My Heart To You. Depois é esperar a ovação do público. Uma performance não se safa sem um bom título, por isso também já pensei na coisa: Tradição (as seen on TV).

Malta, preparem-se. Daqui a dois anos estou no Alkantara Festival.

   

 

Mau Maria

 

 (12)



Tiraram-lhe o açúcar. Tiraram-lhe o sal. Tiraram-lhe o colesterol.
Tiraram-lhe o interesse.

Coitada da Maria. Tão saudável e tão chata.

   

 

Pena capital

 

 (8)



"Lisboa não pode estar a ser comparada com Valência ou Barcelona. Lisboa é uma capital europeia; tem de ser comparada com as capitais. [...]" - Maria José Nogueira Pinto, vereadora da CM de Lisboa (Correio da Manhã)

Sim, é mesmo uma chatice que Lisboa seja comparada a Barcelona e não a Madrid. Lisboa merece muito mais do que ser comparada a essas cidades miseráveis que nem capitais europeias são. No dia em que compararem Lisboa a Nova Iorque eu emigro e vou para Minsk!

   

 

Todos diferentes, todos iguais

 

 (10)



TV Cabo acaba com SIC Mulher no final do ano (Diário Digital)

Se houver feministas influentes neste país, está na hora de arregaçarem as mangas. Não podem deixar que a TV Cabo me impeça de ver a Oprah vos retire esta sofrida conquista que é ter um canal que vos é inteiramente dedicado. Vá. Façam lá qualquer coisa.

 

F1

 

 (3)



Mais de metade dos portugueses não tem quaisquer conhecimentos básicos de informática, tornando Portugal um dos países da União Europeia (UE) com uma taxa mais elevada de «analfabetismo informático», indica um estudo hoje divulgado em Bruxelas. O estudo [...] revela que 54% dos portugueses não têm os chamados conhecimentos básicos de informática. (Diário Digital)

As boas notícias: desses 54%, nem todos trabalham na área da informática.

 

É impossível não gostar do DN

 

 (7)



-Está a dizer-me que essas bolinhas são uma molécula, é isso? Aaah... Ouça, isto não está muito próximo? As bolinhas às vezes passam aqui muito perto da cara, estou com algum receio... ... ... Não tem nada com corridas de carros?

 

Party man

 

 (1)



Cientistas entusiasmam Presidente (Diário de Notícias)

A equipa encarregada de entusiasmar o Presidente Cavaco Silva utilizou uma técnica mista que aliou as propriedades relaxantes dos psicotrópicos à estimulação eléctrica dos nervos faciais. O Presidente foi depois submetido ao visionamento de imagens que visavam estimular diferentes emoções (uma biografia de Sá Carneiro, o percurso político de Santana Lopes e um documentário sobre o Algarve). No final desta intervenção foi-lhe servido doce de alfarroba.

Os resultados ficaram-se por um entusiasmo contido do Presidente, o que não deixou de agradar à equipa de cientistas, que se considerou satisfeita, dada a dimensão do desafio.

   

 

Condições de trabalho

 

 (1)



Na portaria do meu actual local de trabalho, o segurança diz que eu sou prestador de serviços.
Quando trabalho, tento fazer as coisas o melhor que posso mas não prometo nada.
O meu emprego é feito de prestações sem juras.

 

Ai cariño... Que gran politica tú tienes!

 

 (4)



Atenta às preocupações nacionais, a Distrital de Lisboa JSD acaba de criar um novo modo de linguagem: o soft porn com mensagem. Já estávamos habituados às séries proto-eróticas da SIC em que víamos o gajo da TV Cabo durante cinco minutos a dividir a atenção entre a box e o decote da cliente antes de acabarem os dois nus a esfregarem-se um no outro.

A JSD pega nesta estética e enriquece-a com uma mensagem política mostrando dois jovens preocupadíssimos em fomentar uma (Verdadeira) Política de Natalidade em Portugal. A frase é inequívoca: eles vão fazê-lo por eles, mas também por todos nós. Este não é bem o tipo de coisas que eu goste de deixar a cargo de terceiros, mas enfim. Quanto ao rapazito, não queria estar na pele dele. Com tanta pressão em cima, sabe-se lá se a coisa não corre mal. E a moça não parece lá muito entusiasmada com a sua iniciativa política.

Para terminar, e porque uma boa ideia deve ser aproveitada ao máximo, sugiro que JSD junte esforços com a Associação Nacional de Luta Contra a Osteoporose de um modo muito simples: Defender simultaneamente uma Política de Natalidade e a Prevenção da Osteoporose no mesmo anúncio. Basta juntar os slogans: Três por dia não sabe o bem que lhe fazia. Por si e por todos nós.

 

Prêt à manger

 

 (3)



Na Boutique Alimentar poderá encontrar os melhores cortes de Paris, Milão e Nova Iorque.
Durante esta semana, poderá encontrar uma fantástica promoção de entremeada para a meia-estação, mas se é no tempo de Verão que está a pensar, temos para si uma grande variedade de elegantes frangos, febras e salsichas.
Para aquela noite muito especial temos também o mais fino lombo de vaca que não a desiludirá.
Não se esqueça ainda de apreciar a variada gama de acessórios que temos ao seu dispor: orelha de porco, mão de vaca e miudezas de galinha.
Temos tamanhos grandes.

 

Acção disciplinar

 

 (1)



A Junta de Freguesia das Mercês leva a cabo a sua Acção Praia-Campo 2006. E qual não é o encarregado de educação que não tem vontade de deixar a sua prol hiperactiva entregue à Junta para que pessoal especializado se encarregue de levar as criancinhas à praia para as enterrar até ao pescoço? Umas vez soterradas, nada lhes resta a não ser berrar, como se pode ver no cartaz. 9 horas por dia desta receita ao longo de dez dias sob o calor tórrido de Julho e as crianças ficam mansas como cordeirinhos, pelo menos até às aulas.

A Freguesia das Mercês deve ser um descanso durante o Verão.

 

Descarga criativa

 

 (0)



A ideia deste anúncio até nem está má. E não fosse o leitor equiparado a uma bola de naftalina pronta a ser banhada por comunicação bem direccionada e até seria uma boa ideia.

A ideia não vale ouro mas é uma ideia dourada.

 

Galucho de Barcelos

 

 (3)



Quem, nas estradas deste país, em marcha lenta atrás de um tractor agrícola, não se terá já perguntado quem é esse tal de Galucho?

Pois bem, Galucho não é ninguém. Galucho é um autêntico império. Criado em 1920 por José Francisco Justino.

Com uma breve visita ao site da Galucho descobrimos toda uma gama de curiosos produtos (de entre os quais destaco corta matos, destroçadores, escarificadores, gadanheiras, reboques de trasfega, subsoladores e UNIFEED's) mas, sobretudo, acabamos por encontrar um artigo que acredito indubitavelmente ser a razão fundamental da franca prosperidade desta empresa: Espalhadores de estrume.

Em que outro país haveria melhores condições para a Galucho ser uma empresa de referência?.

 

Férias grandes

 

 (2)



Em 1928, enquanto estudava as propriedades dos estafilococos, Alexander Fleming foi de férias. Quando voltou encontrou em algumas culturas de estafilococos um bolor que dava cabo da bicharada. Estava encontrada a penicilina.

Ideia a reter: Ao ir de férias fazemos do mundo um sítio melhor para viver.

   

 

The Portuguese way

 

 (4)


Le Portugais, Georges Braque

Verbas para vítimas do Katrina usadas em férias, mudança de sexo e bilhetes de futebol (Público)

Há portugueses em qualquer canto do mundo, é o que vos digo.

 

Tempo de festa

 

 (8)



A Rainha dos Blogs (e de tudo, e de tudo!) comemora o seu primeiríssimo ano de reinado. Este humilde súbdito dá os Parabéns, deita os foguetes, apanha a canas, serve martinis e ainda faz uma imitação do Alberto João Jardim.

Hoje é dia de festa e a blogosfera só tem um endereço. Salve, Pimpinela!

 

Nª Srª da Agonia nos valha

 

 (0)



Mais uma vez, a SIC Notícias e mais uma vez a Selecção Nacional. Desta feita, numa série de reportagens dedicada a cada um dos jogadores, chegou a vez de Tiago. Do vienense Tiago.

Não sabia que o rapaz era austríaco. Mas com a SIC Notícias é sempre a aprender. Até fiquei a saber que em Viena há imensos cafés portugueses e que a capital austríaca é estranhamente semelhante a Viana do Castelo.

   

 

Chatear o Camões

 

 (2)



O Dia de Portugal foi marcado pelo atraso de hora e meia do autocarro que levou a Selecção Nacional a Colónia. (Abertura do Jornal da Noite da SIC Notícias, 10/Jun/2006)

Portugal inteiro sofreu, as comunidades portuguesas inquietaram-se e Camões dançou o vira com este marcante atraso no Dia de Portugal. Sorte a nossa que a Bolsa estava fechada, senão tinha havido suicídios.

Para atestar as marcas indeléveis deste atraso no Dia da Nação, nada como mostrar declarações de que tenha viajado no dito autocarro, de preferência alguém com ar de proxeneta. Gilberto Madaíl aceita o repto e diz que é inadmissível o que aconteceu. O facto de o autocarro ter ficado retido na auto-estrada devido a um acidente é um mero detalhe. Eles que vão ter acidentes para o raio que os parta, desde que não seja à frente do autocarro da Seleccção.

Logo a seguir, Pauleta mostra que nem todos os passageiros daquele autocarro têm a verdadeira noção da importância para o país de certos acontecimentos. Explicou que são coisas que acontecem, que sim, que é chato, mas que não havia nada e fazer e que de qualquer forma já estava resolvido e já não tinha importância. Afirmações no mínimo levianas no relatar do facto mais marcante do Dia de Portugal.

Fez a SIC Notícias muito bem em expor estas tristes declarações do Pauleta e em ter amplificado os queixumes de Gilberto Madaíl. Já viram o que era ter passado o 10 de Junho sem termos tido conhecimento disto?

O Camões é que a sabia toda quando ficou zarolho. A partir daí passou a ver só metade das idiotices que por cá se passam.

   

 

Parabéns

 

 (6)



Hoje em dia é extremamente difícil encontrar bons artistas que dêem a cara por um clube de futebol. Já lá vai o tempo de Luís Piçarra e do Leão da Estrela. Agora é tudo um desconsolo.

Os portistas contam a história de um dragão parideiro numa recauchutagem dos defuntos Quinta do Bill. O Benfica perpetua até à náusea o legado musical desse ícone da margem Sul que é António Manuel Ribeiro. O Sporting, que para dizer que não ficam em casa já tinha assassinado o Wrong’em Boyo dos Clash, decidiu arrumar de vez com a competição nesta rubrica por ocasião do seu 100º aniversário.

Há musiquinha de comemoração e melhor ainda, há video que pode ser visto no Blasfémias. A galeria é rica em exemplares exóticos e reaparições no mundo dos vivos. As operações no terreno são dirigidas por Miguel Ângelo e um seu comparsa dos Delfins. Se isto é mau, esperem pelo resto. Só para mencionar alguns, temos um grupo de Vanessas Maes de produção nacional, a festivaleira Anabela, um elemento dos D’ZRT, o inqualificável João Braga, Pedro Granger do Texas e o boxeur Sá Pinto e, claro, o circunspecto Paulo Bento que, pelo seu ar compenetrado, deve ter sido contratado como segurança.

Felizmente que coisas destas só acontecem uma vez em cada cem anos.

   

 

Rébã

 

 (3)



A Ray Ban é uma boa marca de óculos. Tão boa que até se dá ao luxo de fazer publicidade com uma fotografia como esta, em que não é difícil imaginar que a moça:
  • Tem um leve estrabismo convergente.
  • Acabou de se drogar (e não tarda nada vai vomitar).
  • Acabou de se embebedar (e não tarda nada vai vomitar).
  • Está a levar um chuto no rabo e a imagem capta o preciso momento em que o rabo avançou e a cabeça ainda não saiu do sítio.

 

Não ingerir

 

 (3)



Para quem não conhecia, apresento a mui respeitosa retaguarda do autocarro da Santa Casa da Misericórdia da Azambuja.

Julgo que conseguirão identificar uma caveira e dois ossos cruzados com o mesmo destaque do escudo nacional. Acho que isto poderá dar pistas sobre a definição de misericórdia para aqueles lados.

Em todo o caso é divertida a ideia de imaginar os funcionários da Santa Casa de tez queimada pelo sol e pelo sal, de faca entre os dentes, brinco na orelha e papagaio ao ombro. Na SCM da Azambuja não há ambulâncias. Se é preciso levar a Dona Zulmira ao Hospital para mudar o penso, toma-se de assalto uma carrinha de caixa aberta de algum incauto agricultor que por ali passe e já está. Depois da viagem de regresso, evidentemente, a Dona Zulmira é convidada a fazer uma pequena contribuição para a causa.

   

 

Carinho

 

 (4)



E que momento de maior ternura poderá haver se não o de um papá abraçando seu amado rebento enquanto fala ao telefone? Graças aos auriculares, o sonho está finalmente ao alcance de pais e filhos.

 

Sobre as tunas académicas

 

 (3)



As propinas estão altas mas ainda não estão suficientemente altas.

 

Sobre o street racing

 

 (1)



A gasolina está cara. Mas ainda não está suficientemente cara.

 

O número da Besta

 

 (3)



O mafarrico existe e 666 é mesmo o número dele.

   

 

Tutti Frutti

 

 (14)



Anda cada vez mais difícil um gajo conseguir beber uma água com sabor a água.

 

Manicure

 

 (3)



Viver numa casa com dois gatos pode resumir-se a um provérbio: Um crava e outro ferra duro.

   

 

The Da Vinci Dress Code

 

 (1)


 

Sobre o dress code nas empresas

 

 (3)



Mais vale adoptar o business casual do que ser uma business casualty.

 

São adubos, senhor.

 

 (2)



Do mesmo modo que o vulgar cidadão é obrigado (ou seja, é obrigado por lei, o que na prática significa que faz o que lhe apetece) a recolher o piqueno cócó do seu cãozinho, parece-me que seria um bom exemplo que os Guardas Nacionais Republicanos que patrulham em Lisboa a Feira do Livro, recolhessem também os resíduos digestivos com que as suas montadas equestres vão pavimentando o passeio durante a passeata. Educava-se a escumalha e assim até os Guardas poderiam dar uso ao bivaque, tão desnecessário face à canícula destes dias.

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