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Jardim de Inverno
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O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou ontem à noite que os portugueses "não têm testículos" para dizer que o referendo à despenalização do aborto não é vinculativo. (Público)
Alberto João Jardim é que não teve tomates para dizer
tomates.
Labels: aborto, Alberto João Jardim, referendo, testículos, tomates
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Fora de cartaz
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Ainda no rescaldo do que foi o referendo e a sua campanha, este blog tem o prazer de mostrar aos ilustres leitores aquele que será talvez o pior cartaz de sempre na história da democracia portuguesa (excluindo os cartazes das autárquicas). O feito foi conseguido pela
Associação Mulheres Em Acção e apesar do que vêem, poderá não ser a principal razão para a derrota do «Não», apesar do potencial: A pré-mamã de mamilo túrgido, os versos da Florbela Espanca e o seguinte magnífico adorno no canto inferior direito.
Uma versão cardiológica das cinco quinas legendada pela lapidar afirmação «A nossa cultura é a do amor». Tão fofo e tão quido.
Que não haja dúvidas. Este referendo teve dois excelentes resultados: A vitória do «Sim» e o fim da campanha.
Labels: aborto, mau gosto, onde é que eles estavam com a cabeça?, referendo
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A maioria silenciosa
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O «Sim» à despenalização da interrupção voluntária da gravidez (IVG) venceu este domingo o referendo popular em Portugal, com 59,25% dos votos, contra 40,75% do «Não». A abstenção cifrou-se em 56,39%, pelo que os resultados não são vinculativos. (Diário Digital)
Um país dividido entre o «Sim» e o «Quero lá saber».
Labels: aborto, abstenção, civismo, cultura democrática, referendo
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O criminoso volta sempre ao local do crime?
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Será que ele vem votar?
Labels: aborto, guterres, referendo
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O sim não impõe
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Uma mosca da fruta também tem um coração que bate, um Nenuco também é muito parecido com um bebé e os meus impostos também pagam os tratamentos de quem gosta de ir ao McDonald's.
Para os defensores das razões do não que desejam que se criem condições para apoiar e informar uma mulher que pretende abortar e mostrar-lhe que há outras soluções, para esses há boas notícias. Podem votar sim.
Labels: aborto, referendo
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Oh, sim!
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Isto não é o mesmo que perguntar se vão ser contas separadas ou se é a dividir por todos?
Labels: aborto, referendo