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Ainda me escapa (sou uma besta da província) a ideia da campanha do Banif. Depois de um jovem bem parecido cavalgar que nem doido até um buraco esconso e pardo onde se refugia com o seu corcel, há como que uma troca de posições e o mancebo é violententamente sodomizado pelo equídeo. A brutalidade deste exercício íntimo fica bem patente 1) pelos esgares desesperados da vítima; ![]() 2) pelo rico serviço que sai da toca já depois de consumado o acto. Tal foi ímpeto possuidor da besta que acabou por se fundir com o pobre marialva que se vê agora com umas estranhas protuberâncias nos glúteos. O rapaz mostra-se manifestamente atordoado com a intervenção de que foi alvo. Ainda nem sequer se consegue descontrair. Toda a postura é a de quem quer andar à porrada: braços levemente recuados e afastados do corpo, de peito para fora e cabeça esticada. E finalmente, o poor lonesome cowboy lá parte em direcção ao pôr-do-sol, de braços abertos, como que acometido por uma assadura nos sovacos. ![]() E pronto. No fim ficamos a saber que isto é força de acreditar. O que até me parece fazer todo o sentido se o nome do cavalo for Acreditar. Labels: Banif, publicidade, sodomia
![]() E quem é que já experimentou esses tais lubrificantes Optimus? Labels: lubrificantes, Optimus, publicidade
![]() Diz-me o blogger assim que acabo de publicar cada post: "Faça com que o seu blogue compense". É uma crueldade desnecessária. Labels: blogger, Câmara de Compensação, dinheiro, publicidade, tempo
Sou consumidor habitual dos iogurtes líquidos Sveltesse da Longa Vida. Tenho particular preferência pela estirpe Aloe Vera. Aquele espécie de cactos (ninguém me convence que o Aloe Vera não são as comuns piteiras que vemos à beira das estradas dos aldeamentos algarvios) dota o iogurte de um curioso sabor a verdura que acaba por ser agradável. Além disso, acho graça a números. E a publicidade. E quando se trata de publicidade que mete números, fico logo alerta. Vejam esta festa: ![]() Um fartote. Mais 20%! Que é como quem diz, um quinto. Será que esta gente perdeu a cabeça? Será que há dumping de Aloe Vera? Assim parece, pois não nos cansam de anunciar o novo Maná: ![]() Mais 20% parece de facto uma barrigada de Aloe Vera. Mas como eles próprios dizem, ![]() É bom saber. É bom saber o que é que significam estes 20%. Foi exactamente isso que pensei quando provei esta «Nova Receita» com «+20% de Aloe Vera». É que apesar das profunda mudanças que +20% introduzem na composição da beberagem, só pensava na Coca-Cola Zero: «Sabe igual!» (Ugh!) ![]() 2,4%. Que fartote de Aloe Vera. Ou seja, Antes, 2% deste iogurte era sumo de Aloe Vera. Agora é 2,4%. Que maravilha. Não bebam muito disto senão a pele fica esverdeada. Se a intrujice é óbvia, por outro lado não há qualquer inexactidão nos dados apresentados. Refira-se que não é sem arte nem engenho que se conseguem obter números convenientes. Neste caso o truque está em saber que valores comparar para obter uma percentagem sexy. Agora imaginem que em vez de iogurtes estávamos a falar de fogos florestais. Há truque na menor área ardida nos últimos anos? Labels: esperteza saloia, incêndios florestais, iogurtes, matemática, matemática conveniente, números, publicidade, publicidade enganosa
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Labels: cerveja, grandes expectativas, Luís Represas, o silêncio vale ouro, publicidade, publicidade enganosa, Sagres Bohemia
![]() Coisa fabulosa. As Águas das Pedras Salgadas com sabores têm um baixo índice glicémico. E está certificado que assim é! Obrigado, Pedras Salgadas. Se não fossem vocês, onde é que íamos arranjar uma água sem açúcar? Bom, provavelmente sem açúcar há muitas, para não dizer todas. Mas certificadas, quantas há? Há, mas são verdes (que é como são as Águas das Pedras). O meu organismo quer é a certificaçãozinha! Quem é que me diz que lá por ser água não tem açúcar? Continuem com o bom trabalho, Pedras Salgadas. Próximo passo: uma água sem gordura. Certificadamente sem gordura. Faz toda a diferença. Labels: Água das Pedras, aldrabice, banha da cobra, publicidade
![]() Sobre o novo jornal Público, duas coisas a dizer:
Labels: grafismo, jornal Público, onde é que eles estavam com a cabeça?, publicidade |
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